Operação Entebbe... você sabe da história???



 40 anos de um ato heróico que ficou nos anais da nossa história...
 Operação Entebbe



Netanyahu, nosso primeiro ministro foi a Entebbe, na Africa para comparecer a uma cerimônia realizada para comemorar o quadragésimo aniversário da ousada operação de resgate em Entebbe. Ele comoveu-se muito, pois perdeu seu irmão nessa ocasião.
Iddo Netanyahu, irmão do primeiro ministro de Israel, escreveu o livro Entebbe: Momento Decisivo na Guerra contra o Terrorismo, onde ele conta as proezas da “Operação Entebbe”, nome pelo qual ficou conhecida uma espetacular operação militar, realizada pelas Forças de Defesa de Israel, em julho de 1976.







A “Operação Entebbe” tinha como alvo libertar mais de 100 judeus, sequestrados por palestinos islâmicos e alemães comunistas durante um voo comercial. O avião fora desviado para o aeroporto de Entebbe, situado nos arredores de Kampala, capital de Uganda (África), na época sob o governo de Idi Amin Dada, um ditador marxista apoiador do terrorismo islâmico contra Israel, além de adepto do canibalismo e bruxaria africana. Ele era defensor de Adolf Hitler e favorável à extinção do Estado de Israel.
A operação foi originariamente denominada de “Operação Thunderbolt”. Depois, foi rebatizada como “Operação Yonatan”, em homenagem ao comandante da força-tarefa, o tenente-coronel Yonatan Netanyahu ( outro irmão do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu), único militar israelense morto durante a ação.
Entretanto, ficou mundial e popularmente conhecida como “Operação Entebbe” e já foi tema de inúmeros livros,  documentários e filmes, inclusive inspirando o filme de ação militar Comando Delta (The Delta Force), com Chuck Norris.
É considerada por muitos especialistas como a missão de resgate mais complexa e perfeita de todos os tempos, inspirando as forças armadas dos Estados Unidos a criar equipes de resgate altamente treinadas de acordo com o modelo do resgate de Entebbe. 
O sequestro do avião da Air France deixou o povo de Israel apavorado na época. Trinta e um anos depois do Holocausto, aconteceu outro processo de seleção no qual os judeus foram separados dos não judeus para serem assassinados.
O mundo de muitas famílias caiu naquele momento.
Como aconteceu....
No dia 27 de junho, um Airbus da Air France, que viajava entre Tel Aviv e Paris, com mais de 250 pessoas a bordo - entre elas 12 tripulantes -, é sequestrado sobre o céu de Corfu por quatro piratas, que embarcaram numa escala em Atenas.
Os sequestradores obrigam a tripulação a aterrar no aeroporto líbio de Benghazi.
Os sequestradores - dois palestinos e dois militantes da extrema-esquerda alemães, entre eles uma mulher - estão fortemente armados com  pistolas, granadas, mas também uma grande quantidade de explosivos.
Na noite de 28 de junho, o avião pousa no aeroporto de Entebbe, no sul da capital ugandesa, com a autorização do presidente Idi Amin Dada - que, na altura, já mantinha relações tensas com Israel. Outros três piratas somam-se aos iniciais, e reunem e vigiam passageiros e tripulantes numa velha sala do aeroporto.
Os sequestradores ameaçam detonar o avião se 53 palestinos ou simpatizantes detidos em todo o mundo - 29 deles em Israel - não fossem colocados em liberdade até 1 de julho.
O governo de Israel  finge negociar e parece prestes a ceder às exigências dos piratas, que aceitam adiar o ultimato para 4 de julho. Enquanto isso, parte dos reféns são libertados, mas 105 pessoas - passageiros israelitas ou de confissão judaica, além dos tripulantes - continuam cativas.
Em Israel, o Estado-Maior  prepara uma intervenção militar.
"Israel decidiu reagir e nunca ceder", afirma o primeiro-ministro Yitzhak Rabin.
No dia 3 de julho, às 23h00 locais, quatro aviões Hércules da força aérea israelita sobrevoam baixo o lago Vitória e pousam no aeroporto, após mais de 3.600 km sem serem detectados pelo controlo aéreo ugandês.
O primeiro comando entra num Mercedes preto, réplica do veículo do presidente Amin Dada. Começa o ataque e rapidamente os israelitas assumem o controle do aeroporto.
Os reféns são libertados e levados imediatamente a um avião que acaba de aterrar, com exceção de três deles, que morrem no ataque, assim como 20 soldados ugandeses e sete sequestradores.
Uma mulher que estava entre os reféns e que tinha sido levada a um hospital de Kampala no início do sequestro, seria posteriormente assassinada por homens do presidente ugandês.
Entre as vítimas figura o tenente-coronel Yonathan (Yoni) Netanyahu, irmão mais velho do atual primeiro-ministro de Israel e chefe do comando que libertou os reféns. Foi o único soldado israelita morto na operação, chamada "Thunderbolt", e que depois seria rebatizada pelo governo israelita como "Operação Jonathan", em sua memória.
Além do apoio logístico do governo do Quénia - adversário de Amin Dada - que permitiu que os aviões israelitas fizessem escala em Nairóbi de forma secreta. Os  soldados da Força de Israel procuraram as plantas do terminal do aeroporto de Entebbe, construído por uma empresa de Israel. A audaz operação, que representou uma humilhação total para Amin Dada, inspirou posteriormente muitos filmes. 



Akiva Lexer, um dos reféns liberados, também falou na cerimônia... Graças a Deus por este milagre que aconteceu neste lugar. Minha vida foi salva em 4 de julho, há 49 anos, quando fui resgatado numa operação heroica e inesquecível das Forças Israelis e seu comandante Yonatan Netanyahu, que sacrificou sua vida para nos salvar.
Ele disse... em meu nome e de meus três filhos, nascidos depois da operação, expresso aqui meu agradecimento. Bendito seja seu nome!!!
Existe uma perspectiva diplomática , econômica e de segurança onde os governos de Israel e África compartilhem um bom relacionamento. O povo africano está entusiasmado com isso.
Pois é... Israel resiste a todas as adversidades.... milagrosas histórias reais que temos orgulho de contar.
Assista estes filmes abaixo!!!





                                       


Até  a próxima e obrigada por estar aqui comigo mais uma vez!!!



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